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sábado, 8 de dezembro de 2012

VIVA A VIDA!


Imagem extraída do Google Image
Prof. Leonardo Miranda
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E disse Deus: “Haja vida!”. Obviamente que Deus não disse estas palavras, não literalmente, mas talvez se ousássemos resumir o primeiro capítulo do livro do Gênesis, basicamente, a expressão que melhor define as ações divinas criadoras é esta supracitada. Viver é um presente! A vida em si é muito boa! Existir foi o melhor privilégio que Deus nos concedeu. É lamentável que nem todos pensem desse modo. Todavia a Bíblia apresenta argumentos muito mais consistentes para gostarmos de viver e com a devida coerência e equilíbrio necessários para uma vida saudável de acordo com o propósito de Deus de modo que tanto Ele mesmo fique satisfeito conosco quanto nós mesmos fiquemos conosco.

Evidentemente que pelas mais diversas razões várias pessoas não gostam da vida: razões políticas, de injustiça social, econômica (esta principalmente), por problemas familiares e de tantas outras ordens. Contudo, o que ocorre de fato é que quem afirma não gostar da vida faz uma confusão entre “não gostar da vida” com “não gostar do modo como está vivendo”.

Gostar da vida é fenomenológico; a prova disso é que ninguém quer morrer! E para os que dizem não se importar, pois a dor do sofrimento parece insuportável, os psiquiatras afirmam que o que acontece é que pensar na morte ou desejá-la é apenas um jeito de tentar se livrar da tal dor do sofrimento. Há muitas situações que as pessoas vivem que elas mesmas provocaram como certas doenças por não cuidarem da saúde, há outras totalmente acidentais e que jamais ousamos tentar sequer explicar sua origem ou dar sentido a elas como algumas outras doenças graves que simplesmente surgem e ainda há outras situações que as pessoas vivem porque isto lhes foi imposto por outras pessoas como a pobreza que uma classe econômica impõe sobre a outra. Todavia, todas estas situações são modos como alguém está vivendo, isto não resume a dádiva da vida.

Independente das circunstâncias experimentadas, a resposta bíblica revela que viemos de Deus, devemos viver baseados em Seus princípios e um dia, nós que experimentamos a regeneração em Cristo retornaremos para Ele. No livro do Gênesis encontramos um kit de ferramentas existenciais básicas, três orientações deixadas por Deus para uma vida coerente e equilibrada para o ser humano: 1) a Orientação Espiritual, 2) a Orientação Social e 3) a Orientação Cultural.

A Orientação Espiritual dá informações sobre a essência espiritual dos seres humanos. De acordo com a Bíblia todas as pessoas são existencialmente Imagem e Semelhança de Deus que as cria e devem ter um relacionamento saudável com seu Criador, entre si e consigo mesmas.

A seguir vem a Orientação Social que tem a ver com a criação divina da humanidade. No início Deus criou macho e fêmea e ordenou a união de ambos como uma só carne já possibilitando a fecundidade, a multiplicação e o enchimento da terra. Mas junto disso, veio no “pacote” a condição do ser humano ter uma necessidade de completude social e ao mesmo tempo uma capacidade de se relacionar socialmente.

E finalmente, completando as ferramentas existenciais, seguido das Orientações Espiritual e Social, a Orientação Cultural, conhecida no meio teológico como “mandato cultural” que seria uma extensão da doutrina bíblica da “mordomia cristã”. Nesta última orientação Deus deu a co-regência de toda a Criação ao ser humano.

Se não fosse a entrada do pecado na Criação através do primeiro casal (Adão e Eva) era para o ser humano desenvolver e manter tudo aquilo que havia sido criado por Deus. Todas as distorções espirituais, sociais e culturais têm a sua origem no pecado. Porém Deus já sabia disso e desde antes da fundação do mundo providenciou a vitória sobre o pecado e a morte em Jesus.

A obra de Jesus Cristo restaura a Imagem e Semelhança de Deus em nós, nos possibilita viver dentro do proposto pelo próprio Deus nas orientações Espiritual, Social e Cultural. E quem é que pode viver dentro desta coerência? A igreja, pois é a única comunidade que experimentou a obra regeneradora de Cristo e agora pode servir de testemunho de que o que a Bíblia revela é verdade e o que Cristo faz é real.

É por isso que independente das dificuldades, a pessoa cristã deve entender que qualquer situação é passageira e que a vida em si é um grande presente e a existência é uma dádiva! Se Deus disse haja vida, então respondamos a este convite: viva a vida!

Pense nisto! 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

SALVOS PARA QUÊ?

Imagem extraída do Google Image
Fabiano Xavier
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Ora, no seu último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva. (Jo.7:37,38)

Já pensou no que Deus quer fazer através de nós? Já imaginou a consequência para nosso mundo de uma real conversão de um ser humano a Deus? Já parou para refletir que se Deus nos constituiu servos (escravos) e nos chama de igreja é porque Ele deseja que provemos nosso amor a Ele, ao próximo e ao restante da criação por meio do trabalho (Jo 21:15-17)?

Se analisarmos a passagem acima, Jesus ao mesmo tempo em que se coloca como quem sacia a sede da alma, também transforma aquele que nele crê em um canal de água viva. Percebemos, então, que Deus não comprou com sangue uma igreja que se aliena em relação ao mundo. Não devemos apenas nos inconformar com relação às coisas que acontecem à nossa volta, mas devemos ser ativistas no sentido de manifestar a Graça de Cristo ao mundo para que nisto Deus seja glorificado.

É chegado o reino de Deus! O desejo de Deus é que todos cheguem ao pleno conhecimento da verdade e nosso papel como canais de sua graça é ensinarmos à sua criação o Evangelho de Cristo, para que todos tenham ardente expectativa somente na fonte, de onde procede toda salvação (At.4:12). Nisso se entende a verdadeira prosperidade cristã, que somos salvos/abençoados não para nós mesmos, mas para abençoar nossos semelhantes.

Deus não nos faz melhores que os outros, e sim melhores para os outros! Claro, devemos não nos conformar com o mundo (Rm.12:2) e muito menos amar as coisas que são dele (1Jo.2:15); porém, perceba que há distinção de acordo com as Escrituras entre “mundo” (coisas corrompidas pelo pecado) e “mundo” que é a criação de Deus (Jo.3:16).

É curioso ver que ao mesmo tempo em que vemos o “mundanismo” (mentalidade social pecaminosa) invadir nossos arraiais em nome de uma visão contábil, o mundo (criação de Deus) é colocado à margem. Querem encher os prédios das instituições, mas não querem gastar tempo com o ensino, consolidando aqueles que irão encher o Reino de Deus.

Assim, para entendermos nosso papel como cristãos, devemos refletir sobre que tipo de contribuição nossa salvação traz à criação: se somos alcançados apenas para sermos mais um no “rol de membros” de uma instituição ou se estamos manifestando a palavra de Deus para alcançar os perdidos (Jo.15:16).

Então, diante da pergunta: Sou salvo para quê? Muito simples: para ser igreja que vive e proclama o Evangelho do Reino de Deus no seu cotidiano!

A igreja deve entender que tudo que foi criado por Deus é bom (Gn.1:31) mas, foi contaminado pelo pecado. Logo, o papel de cada crente é proclamar a Cristo trazendo a realidade do Reino que já é manifesto, pois, só o Cordeiro pode tirar o pecado do mundo para que... Nele sejam todas as coisas reconciliadas (Cl 1:20).